21 de fevereiro de 2010

Relacionando-se com Deus.


O plano divino, desde a fundação do mundo, sempre foi ter um relacionamento íntimo e espontâneo com a Sua criação, tão lindamente sonhado e planejado. Por Deus ser amor e amar profundamente o homem queria um povo que o amasse e não que estivesse com Ele porque não havia outra opção.
Hoje vemos tantos relacionamentos por interesse, por comodismo, etc... e Deus não quer, assim como nós não queremos, este tipo de relacionamento. Ele quer intensidade, entrega total, interdependência e confiança no Seu amor por nós, que conheçamos e admiremos todas as Suas infinitas qualidades, assim como Ele contempla em nós beleza (porque nos ama e amor não depende de características físicas, de opinião ou comportamento) e quer nos ajudar nos nossos defeitos. E se dizemos que não termos defeitos eis o orgulho, a soberba e a não necessidade da Sua presença. É por saber que existe o perfeito que temos a necessidade buscá-lO.
Sabemos que quem ama deseja fazer a vontade do amado, nem que seja somente para vê-lo sorrir. E são estes que Deus escolhe como amigos: "Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer." João 15:15. São somente os que fazem a vontade dEle que são escolhidos:  "Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos." Mateus 22.14.

Deus iniciou o Seu plano com Abraão, fez grandiosos feitos, para ser conhecido em toda a terra (e realmente se tornou e é conhecido em praticamente toda a terra), profetizou Jesus neste mesmo povo e hoje podemos fazer a escolha de tê-lO, conhecê-lO, amá-lO pela pessoa que Jesus apresentou-nos. "Todo aquele que o Pai me dá esse virá a mim; e o que vem a mim; de modo algum o lançarei fora" João 6.37.

Para que esse relacionamento aconteça só depende de mim e de ti, Ele permanece de braços abertos nos esperando.

23 de janeiro de 2010

A Queda e o Processo de Santificação

A queda em si se dá, quando não deixamos de ter o sacrifício de Cristo e nossa própria salvação como foco. Olhamos para pessoas, circunstâncias (casa edificada sobre a areia). Desanimamos, e nos afastamos da comunhão na igreja e acabamos por nos deixar levar pelo mundo... Havendo pecado há condenação. Por isto, é comum a pessoa chamar a si própria de desviada (há TEMOR de envergonhar a Cristo, mas há a certeza de que naquele momento não entraria no céu): crê no evangelho, mas não pratica.
Vemos em Mt 18. 6 Jesus dizendo: "Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar". Percebemos aqui, que a condenação é pior para aquele que faz outros caírem. Sim, estes versículos se referem às crianças, mas Jesus diz em Mc 10 15: "Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele."Porque a criança é sincera e pura, devemos buscar esse coração.
Deus sempre vai desejar a reconciliação (parábola do filho pródigo).Ele não quer ninguém enlameado indo para a perdição. Lembremos que todas a experiências ruins da vida do crente capacita a igreja a cuidar e animar a outros que passam por dificuldades (frutificando abundantemente no Senhor).
Ao invés de julgarmos uma pessoa que se afasta do convívio da igreja, devíamos correr atrás dela em amor - Jo 13.35 "Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros" (parábolas da dracma e da ovelha perdida).


Quando penso em queda e processo de santificação lembro da parábola do semeador: 

Mateus 13:19-23
19 Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho.
* Não entendem o significado do Evangelho, são os irados com os crentes, podem se dizer ateus, mas também são religiosos eles praticam a fé do "tenho que": ir a igreja", ao menos fazer a 1ª-comunhão, crisma ou confirmação, se casarem com o  sacerdote e terem suas almas encomendadas ao purgatório...).

20 O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
21 Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende;
*aquele que faz uma oração num dia, movido pela emoção, mas como só querem a benção e não o dono da benção, logo desanimam em segui-lO. 

22 E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
*comete o pecados conscientes (o Espírito já falou, claramente ao seu coração e mente): Perde o temor, não respeita a santidade de Deus. 1Jo 3.6-7 “Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu. Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo.” 
*pode ser levado por doutrinas humanas e/ou malignas (porque não lêem e/ou não procuram no Espírito Santo a Sua vontade) – Mt 24.24 ”porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos”.

23 Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.

*É sincero na Sua entrega, na sua percepção há real esforço pela santidade, confessa seus pecados e continua a caminhada, no seu ritmo. Mesmo que às vezes nos parece que custe a ver que precisam mudar muitas coisas, porque Deus olha a sinceridade do coração. Efésios 6.5 “Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo”.


*Existe ainda outro que comete o pecado contra o Espírito Santo, cuja gravidade é tamanha, que não há perdão diante de Deus (Mt 12.31).


Que tipo de solo temos sido e que espécie de igreja somos? Existem inúmeros casos que ao invés de julgar e fofocar, devemos entender, amar e orar. Tenhamos a fé alicerçada na Sua palavra, pois contra ela não há argumento contrário: "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." João 13:35  “Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos;".João 8.31

Que possamos ter a Palavra em nós a ponto de arriscarmos nossas vidas por esta fé como Martinho Lutero ao negar-se se retratar sobre suas 95 teses, perante a augusta assembléia: "Se não me refutardes pelo testemunho das Escrituras ou por argumento - uma vez que não creio somente nos papas e nos concílios, por ser evidente que já muitas vezes se enganaram e se contradisseram uns aos outros - a minha consciência tem de ficar submissa à Palavra de Deus. Não posso, retratar-me, nem me retratarei de qualquer coisa, pois não é justo nem seguro agir ontra a consciência. Deus me ajude! Amém".

18 de janeiro de 2010

Perseverar na fé


“Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e com as suas mentiras e leviandades fazem errar o meu povo; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e também proveito nenhum trouxeram a este povo, diz o SENHOR.” Jr 23.32

“A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.” Lc 8.15

Existem inúmeras teologias sendo pregadas, e o evangelho genuíno da Cruz tem ficado somente para os poucos que desejam mais intimidade com Deus. Não é a toa que a apostasia fora anunciada, onde muitos, inclusive os eleitos, serão enganados. O resultado são igrejas cheias de doentes emocionais, físicos e espirituais, desesperadas pelas bênçãos e pelo sobrenatural!

A Palavra de Deus é clara quando nos confronta do que realmente somos e o que devemos ser nEle; É clara que devemos buscá-lO de todo nosso coração; É clara que passaremos por provações e que devemos perseverar na fé.

O próprio Paulo refere em 1Co 9.27, esmurrar o corpo reduzindo-o à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não viesse a ser desqualificado. Que diremos de nós? Temos nos conformado com este século ou renovado nossas mentes na Sua Palavra (Rm 12.2)? Temos lutado contra o pecado até ao sangue (Hb 12.4), buscado o pecador (Mt 9.13; Tg 5.20), suportado-nos (Ef 4.2) a fim que cresçamos na perseverança da fé (Ap 14.12)?


Oração: Senhor, que façamos parte da Tua igreja sem mácula. Dá-nos olhos espirituais para discernirmos a Tua Palavra que liberta e nos traz a verdadeira Paz.

Entendo...



















... que a maioria dos acertos antecedem de erros, e nestes, ou aprenderam me machucando ou machuquei pessoas.
... que não devo julgar alguém por uma situação ou escolha, pois só quem sabe a intensidade da dor, é quem está nela.
... que devo aceitar que nem sempre as pessoas querem ser ajudadas nos seus problemas, quanto mais ouvir conselhos; mas é minha escolha ouvir ou não.
... que cada reação é fruto da soma de todas as experiências até aquele momento; mas muitas vezes os hormônios dão uma mãozinha.
... que lágrimas podem significar muito mais que emoção da alma, mas sensibilidade do Espírito Santo de Deus.
... que nem sempre as pessoas estão sendo sinceras comigo, mas, sim, consigo mesmas; e que as que importam são as que agem com sinceridade nos dois sentidos;
... que existem pessoas que vivem o “eu” intensamente, por não saberem que é o “nós” que dá colorido a vida; atrofiam-se no “eu” por medo de sofrer e deixam de aprender.
... que temos visão limitada dos nossos potenciais, e só em Deus os viveremos na sua totalidade; que a maioria não sabe ou esquece disto; e quem limita o poder e a presença de Deus na minha vida, sou eu mesma. Sendo que Ele diz a cada manhã: - Estou aqui!
... que o amor revela quem somos; e isto dá-se na mesma proporção que perdoamos.
... que perdoar não significa esquecer, mas crescer com a situação; tendo misericórdia, se houve má fé realmente, por todos os motivos citados acima.

7 de outubro de 2009

O Descanso no Senhor

“E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.” Gn 2.2
“Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas.” Hb 4.10


A velocidade das coisas hoje é impressionante, há uma desenfreada ação de acumular: informação, $, bens materiais, etc; sem, no entanto, nos satisfazermos. 
Devemos observar a conduta de Deus, quanto ao valor que Ele deu e dá ao descanso. Ele trabalhou seis dias, criando todas as coisas e no sétimo, vendo que tudo era bom, descansou. Mas o que foi o descanso de Deus? Certamente não foi dormir, não foi fugir de tudo, não foi colocar a casa em dia, mas foi contemplar e desfrutar da sua criação.
É mister obedecer uma hierarquia em nossas vidas: Deus, família, trabalho, ministério. Deus, no Antigo Testamento, institui o sábado na vida do seu povo, mas no tempo da Graça, todo o tempo é dEle. 
No Sermão do Monte, aprendemos que a vida é mais importante do que qualquer necessidade física humana, que Deus as conhece, pode e quer suprí-las.
Descansamos quando apreciamos a Sua fidelidade em nossa vida, em tudo o que tem formado em nosso caráter e que nada tem nos deixado faltar; quando perseverando na fé, cremos que todas as coisas estão no Seu controle quando algo nos preocupa.
Paremos então "hoje" entregando o nosso “sábado” ao Senhor, descansemos. Sejamos gratos e nos deleitemos, com tudo o que Ele tem nos dado. Pois, enquanto há Seu sopro de vida, há esperança.

Oração: Senhor, ajuda-nos a descansar cada vez mais em Ti. Obrigada pelo Teu cuidado em todas as áreas das nossas vidas. Nisto tudo Te louvamos e Te adoramos hoje e sempre. Amém.

12 de agosto de 2009

Homossexualismo na igreja


Há atualmente a difundida idéia de preconceito quanto a "opção" sexual. A igreja tem aceitado este pensamento como parte da modernidade, do progresso social. Contudo esta "opção" tem nome: pecado; e o Diabo quer a igreja calada.

O homossexualismo é pecado ("semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro."Rm 1.27), e idolatria porque a pessoa vive sua vida em função disto. Podemos citar muito outros pecados/vícios bem comuns no mundo e na igreja: drogas (lícitas ou ilícitas); mentir (nem precisaria fazê-lo, mas o faz indiscriminadamente); pornografia (não resiste a uma luz piscante no monitor e perde horas nisto); traição marital (precisa estar com outras pessoas que não sua esposa/o); pelo dinheiro (avareza, ganância desenfreada);  Vício em internet, televisão... enfim, são inúmeras as prisões que o inimigo quer enredar-nos. O ponto de congruência de todos é a separação de Deus e a conseqüente infelicidade.

O inimigo de nossas almas não deixa facilmente de tentar-nos, mas Deus nos diz que não permite tentação maior que podemos suportar. Nós é que fraquejamos, mas Ele sempre perdoará e nos levantará, quantas vezes forem necessárias. A libertação de qualquer pecado existe, graças a Jesus. Depende de fé e, na grande maioria das vezes, se dá com MUITA perseverança. Tiago nos encoraja a resistirmos o diabo que ele fugirá de nós. Para o afugentá-lo necessitamos da Palavra de Deus, como espada desembanhada, pronta para o contra-ataque. 


O grande problema se instaura quando o homossexual evita a igreja por achar-se inadequado. Não recebe a Palavra e não tem o suporte dos irmãos. A pior e mais comum conseqüência da falta de perseverança, é a sensação de que ele e/ou a igreja fracassou nesse processo, e tudo o que fora ministrado não passam de besteiras. É interrompido o processo do trabalhar do Senhor e, entregando-se ao conformismo, o homossexual volta a velha vida, e o último estado se torna pior do que o primeiro.

Todos pecamos e carecemos da Graça de Deus. Ninguém é menos pecador. Devemos amar a todos como a nós mesmos.  O que é diferente de aceitar o que o outro faz de errado como certo para deixá-lo feliz. Se esbaldar no pecado e dizer que Ele morreu para isto, é a grande mentira do século. É muita ingenuidade pensar que o diabo não tem interesse em enredar muitos nisto. O homossexual pode ter momentos de alegria no seu pecado, pode ter o consolo no amor de Deus e de irmãos, mas jamais experimentará da verdadeira alegria no Senhor na vitória sobre o pecado, se a igreja aceitar este pecado como sendo apenas um tabu. Não é tabu, é a Palavra de Deus! A porta é estreita e o Reino de Deus é tomado por esforço, mas é mais fácil dizer "sou assim e não vou mudar porque Deus me ama assim", quando nos é dito para renovarmos nossa mente na Palavra.de Deus. Modificam o sentido da Palavra: justificados pela fé - como se agora pudessem viver como desejam, porque são livres. A liberdade está em nos achegarmos diante do Pai imundos para pedir ajuda e Ele nos receber de braços abertos. ALELUIA! O Senhor diz: Sede santos porque Eu Sou Santo. Ser santo não é fazer tudo certo, mas lutarmos e vencermos o pecado com a ajuda dEle.

À igreja foi dada autoridade para curar os enfermos, libertar os cativos, ressuscitar os mortos. A obra foi consumada. Temos vistos estes sinais ou ainda maiores? Não crer que Ele possa converter de homossexual para heterossexual que é um pecado ainda maior, pois sem fé é impossível agradá-lO. A igreja não está para julgar qualquer pecador que se achegue ao convívio com Seu povo, mas para amar incondicionalmente. Lembremos que a graça de Deus excede ilimitadamente nosso entendimento. Quanto maior o envolvimento com pecado, maior é Sua graça. A todos Ele quer perdoar, restaurar e Ele exaltado pelas Suas maravilhas no meio do Seu povo.

Deus ama a humanidade, mas é a partir da Igreja que Ele mostra os Seus sinais hoje. Igreja, perseveremos na semeadura da Palavra, com orações e, principalmente, com atitudes de amor. Que Ele dê-nos fé e amor crescente: amando e buscando o pecador, para a Sua glória.

7 de agosto de 2009

Pupila em dia claro

"Achou-o numa terra deserta,
e num ermo solitário cheio de uivos;

cercou-o, instruiu-o, e guardou-o
como a menina do seu olhoDt 32.10



A menina dos olhos ou pupila é infinitamente mais complexa do que o que vemos superficialmente, e é impossível vermos o seu interior a olho nu. Seja por espelho ou mesmo que outro a aponte, todos vemos apenas uma "bolinha preta".

A pálpebra a protege de qualquer fuligem que possa querer invadir seu espaço. 



A pupila deve diminuir ante a luz que a revela, e reconhecer que sem esta todas as coisas lhe seriam apáticas e sem vida. 


A cada incidência de luz, uma nova descoberta, nuances de cores e formas. E o mundo parece abrir-se: tem necessidade de sentir a textura, o cheiro que exala, que sons produz, que gosto tem. O corpo perfeito é aquele onde todos os órgãos funcionam harmoniosamente.

Tem momentos em que a pupila se acha só, pois todas as coisas passam por ela, ninguém percebe ou entende o que ela "enxerga", e muitas vezes até duvida de si própria.



Ela foi feita em par e ambas devem olhar juntas na mesma direção, mas ainda assim, uma é dominante sobre a outra. Ou ainda uma pode necessitar lentes corretivas e a outra não. O problema se instaura quando a pupila pensa que a outra não é necessária. Neste estágio ela pode e vai ferir outras partes do corpo, até que reconheça que precisa de ajuda, que tem que ser dilatada, deixar que a luz penetre fundo. Mesmo que custe muito para manter o olho aberto e rolem muitas lágrimas para tal, isto é necessário para que se revele a patologia, e seja prescrito o remédio correto. Só então consegue contemplar que existem outros sentidos que estão funcionando, e que estão torcendo pela sua recuperação porque necessitam dela no seu posto.

Esta é a pupila em dia claro. Aparentemente sozinha e inquieta, mas que busca a luz que a revela e sara, e que instigaria o corpo a novas experiências, para que este aprenda, amadureça e transforme tudo a sua volta.